Sunday, April 29, 2007

Começa o caminho nas palavras e nas imagens,
Sigo pela estrada até ao ponto definidonido,
Imagino como seria se levasse outra rota.
No fumo turbulento da multidão,
Em frente ao aviso de morte...
O que há,
Uma personagem desaparecida.
Soam agora côcos de música com seu doce leite de amargura
Numa procissão inaugural
Até à casa do destino.
Sinto-me entopido,
Mas o ritmo acelera,
Se andasse sempre assim morreria por certo.
Mas mexo-me, penso, mas nada faço
Sigo o ritmo contagiante,
O salto,
O movimento,
Mas agora tudo pára...
Nada, nada, nada, nada, dama e anão,
Gira e árvore,
Vestido nem curto longo ou comprido tecido.
Inactividade. Matem-me!

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