Sunday, January 20, 2008

Different starting point

where did i start,
at which point?
where is the craddle of my lunacy,
where am i to find my destiny, my beginning, my end?
i hear heavenly voices telling me the way,
but where are they?
where am i right now?
i started living my life until the end, the eternity behind
the rest of my life with you, together
i am a mess, the despicable remains of what was once a human being,
loveless, empty, a neverness of feelings not felt
i now drown in my feathers, my pillow, my only support.
is this forever or just until the end?
i can get rest, cant imagine a good path.
my life, a hard story, feeling like this
is my life

Tuesday, November 13, 2007

Indiferença

Acreditar que querer é PODER!
Sonhar e vencer...
atabalhoadas palavras ao som do vento sao proclamadas em êxtase.
sofredores rostos de gentes; secos, frios, duros, rostos maltratados.

o silêncio da ignorância doi
mais que mil chibatadas de couro na pele ressequida
o silêncio da indifernça doi
mais do que uma mina que explode debaixo dos nossos pés
o silêncio da falta de acçao doi
mais do que um estômago faminto que grita por ser saciado

Quem somos nós? Mais do que os outros?
Segundo que regra, segundo que lei, segundo que convicçao?
Miseráveis, patéticos, ridículos é o que somos,
nós somos os deficientes desta sociedade doente
arrastando os pés dia a dia
conformados com o que temos e com quem somos.
Mortos todos deviamos estar! Castigo divino suficiente para punir
a ousadia de gentes tao tristes.

Acçao, esforço, luta,
nao conheço?
Deveria...

Sunday, July 01, 2007

O Espelho

Vejo o meu reflexo no espelho,
nao me encontro no entanto,
olho de novo,
la esta aquele outro individuo.
A minha direita e a sua esquerda,
A sua direita a minha esquerda.
Sera que daquele lado e tudo ao contrario?
Serao as nuvens azuis e o ceu branco de algodao,
sera o branco preto e o preto branco?
Se sim...que estranho, mas que apelativo.
Sinto desejo de ir para alem do espelho,
mas sera que sera desejo, sentimento de fuga, evasao?
ou sera apenas fome, sede, qualquer outra coisa,
do outro lado do espelho?
Nao quero sofrer, nao quero gritar,
do outro lado do espelho,
sera que so alegria e risos poderei encontrar?
e se a miseria que cobre este mundo trespassar para o outro lado?
e se as cores do mar e do ceu e dos sentimentos forem iguais e nao diferentes?
entao sou que que estou trocado, porque mudo de cada lado do espelho que estou,
entao de que lado estou agora, de que lado sempre estive?
ou sera que estive sempre no lado errado?

Thursday, May 17, 2007

Palavras malditas

Magoam, picam, distorcem, mas no fundo nada dizem,
São movidas pela ignorância, são vistas artificiais do ser.
Nada nelas me diz algo, palavras vãs de gente vazia que não sabe o seu lugar.
Esses sintomas de falta de vida, pobre almas que voam ao vento
desamparadas.
Pessoas anónimas.
Mas as outras, essas sim magoam,
Por vezes nem acredito quando as ouço,
bem que eu gostava de não as ouvir,
mas mesmo que não queira são as que mais ferem pois são sentidas.
Palavras em vão mal definidas e nem pensadas. Mas são.
São as palavras de quem nos diz muito,
são as palavras de quem nos diz bastante mas que ferem.
Ferem mais que mil arpões de caça penetrando na pele lentamente,
magoam mais que o ataque de uma matilha de lobos sedentos de sangue,
ferem infinitas vezes mais que as palavras do outros.
São poucas, ás vezes mesmo poucas, basta ser uma.
Mas doi. Magoa, fere. A palavra má do amigo, do herói, de quem olhamos com orgulho.
Sem palavras não passam de gestos sem sentido, as palavras dos outros,
mas a palavra do amigo magoa, mesmo na mais profunda falta de comunicação, basta um olhar.

Saturday, May 12, 2007

FINAL FELIZ

Corro, corro, quero lá chegar,
Mas o caminho tão longo,
Só ouço a música de fundo,
O som do verdelhão que canta no ramo.


É a história mais difícil que já tive de viver,
Pois sei que já não há finais felizes.
Espero por tudo,
Menos glória, reconhecimento,
Afinal, é um génio ou não incompreendido.
Só um pouco de amor chega,
Só um pouco de esforço,
Só um pouco de alma,
Só umas palavras.
Mas tudo se resume a isto,
E um dia quando o sol brilhar,
Brilhará com mais força,
E sei que terei força de seguir o meu caminho,
A vitória, os olhares, o múrmuro do doce cantar
Conseguir, alcançar!! ESTOU LÁ.
Assim será eternamente nesta luta,
Mas descanso agora,

Não posso seguir agora...

Não quero fingir,

Não quero fugir,

Não quero sofrer,

Não quero o rumo fácil,
Acordo de manhã no sofrimento,
Só um pouco de céu no meu vivo inferno.
O posicionamento de tudo,
Das sensações,
Das almas,
Nada a meu favor.
Mas é assim que sigo o meu caminho,
E é assim que quero,
O que tenho em minha mente vou cumprir,
Porque se me anulo tudo corre mal.
Mas será sempre assim?
Questiono-me se estarei sempre neste fernesim de dúvida
E de escrita,
Estarei sempre aprisionada neste labirinto sem fim,
Nesta dimensão em que o mundo escolhe sempre os outros e não me escolhe a mim...
Só quero estar aqui, sozinho...
O amor...já há muito que me abandonou,
A compaixão, já há muito que de mim troçou.
O entendimento, há muito que me abandonou a razão...
Vivo uma batalha épica entre vários mundos,
O correr em busca do seu fim,
Mas tremo e não consigo.
Descando agora...preciso...
Não há mais palavras para descreverem esta luta,
O ódio que assoma o meu espírito,
A descodificação que processo,
Nada me corre bem...PORQUÊ?
Mas eu sei...não espero nada, de ninguém.
Desapareçam miseráveis...
A minha respiração pontua o batimento cardíaco,
Este êxtase de existência.
Mas olho para a lua, busco pelo conforto.
Mas não vejo nada...nada...nada
Nunca vejo nada, ninguém me entende, nunca sei o que sei,
Nunca tenho resposta ás minhas próprias dúvidas.
Duvidem, questionem...mas não julguem.
Neste círculo vicioso em que o homem pensa possuír inteligência,
A natureza subjuga-o,
Já não se trata só de mim, trata-se de tudo,
Trata-se do universo,
Do que me rodeia,
Dos outros que se rodeiam a eles próprios.
Nesta posição digo, nesta afirmação pretendo,
Desta forma grito: O ETERNO não é eterno,
Não há nada pelo que valha a pena lutar.
Não há nada para além do nada.
Abandonaram-me
Pois agora abandono as palavras,
O sentido,
A batalha.
Procurem sozinhos o caminho dessa coisa a que chamam existência.

Sunday, April 29, 2007

Começa o caminho nas palavras e nas imagens,
Sigo pela estrada até ao ponto definidonido,
Imagino como seria se levasse outra rota.
No fumo turbulento da multidão,
Em frente ao aviso de morte...
O que há,
Uma personagem desaparecida.
Soam agora côcos de música com seu doce leite de amargura
Numa procissão inaugural
Até à casa do destino.
Sinto-me entopido,
Mas o ritmo acelera,
Se andasse sempre assim morreria por certo.
Mas mexo-me, penso, mas nada faço
Sigo o ritmo contagiante,
O salto,
O movimento,
Mas agora tudo pára...
Nada, nada, nada, nada, dama e anão,
Gira e árvore,
Vestido nem curto longo ou comprido tecido.
Inactividade. Matem-me!

Saturday, April 07, 2007

O Meu Mundo

Não sei o que escrever,
mas já estou a dizer muito,
Não sei o que pensar,
A minha cabeça gira num turbilhão de pensamentos,
Não quero saír daqui,
Mas estou no meio do Universo.

Inigmática existência a minha!
Quero o Nada que é Tudo e o Tudo que é Nada.

Tanto barulho que sai dos meus pulmões,
No entanto estou em silêncio,
Tanto frio que tenho nos pés,
Mas o meu coração emana calor.
Tenho fome miserável
De uma mesa cheia de tudo.

Cada frase é despida de significado,
Mas lindos versos eles são.
Ouço tudo o que me dizem,
Mas faço só como eu quero.
Só eu sei o que não sei,
E o mal é nada saber...ou será saber demasiado?

"Ser ou não ser, eis a questão?"
Eu respondo que sim, mas com um não.
Tudo parace contrário na sua perfeita harmonia,
a luz de sol que aclara a noite,
o reflexo da lua que ilumina o dia.
O perfume a rosas em lírios,
o doce da água do mar,
a morte de uma vida contente,
o rodopio de sentimentos que não sei como explicar.

Wednesday, April 04, 2007

***

Arrepiado, arrepdiado,
o vento gelado que se move debaixo dos meus pés e me faz voar,
arrepiado, arrepiado,
a lâmina que penetra na minha pele e me marca profundamente,
arrepiado, arrepiado,
o espírito frio, gelado que se esvai profusamente entre as minhas chagas de cristo crucificado.

A minha respiração torna-se pesada, quente, irregular.
A minha pele fica enrugada, amarrotada.
Os pêlos do pescoço levantam-se, os dedos fecham-se,
as costas ficam mais tortas,
criatura demoníaca que toma forma.

Mas no íntimo do ser vive um anjo,
vive uma alma que tenta escapar,
vive uma inquietude de poeta que se quer expressar.

Torcido, desconfortável, cortado...deitado no chão.
Arrepiado, arrepiado,
a minha pele nua contra a macadâmia gelada.
Tremo, tremo,
ao imaginar o gelo das pessoas contra a minha pele,
o ignóbil ser que vive contra mim...
sofro, tremo, arrepio.


Mas sorrio, um sorriso quente,
de pessoa completa no seu interior.
Não preciso de ninguém,
Só preciso do mundo.
Só preciso do livro, da caneta...nem isso.
Não preciso de nada.
Só preciso do Universo.

Saturday, March 24, 2007

Agonia Interior

Quero gritar, chorar, parar, pensar...
AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Não sei o que dizer,
Não sei onde estou,
Não sei o que me rodeia,
Só sei quem sou.
AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Grito eternamente face aos incrédulos,
Grito furiosamente face à ignorância,
Grito, grito, grito, mas não tenho força para gritar.
AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Quero ascender ao céu,
Quero descender aos infernos,
Provar eternos louros de derrotas,
E amargas vitórias no chão espalhadas.
AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Não faço sentido nenhum,
E todo o sentido eu sei,
Não sei o que me espera o amanhã,
Só sei que agora gritarei.
AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Quando ouço as pessoas,
Onomatopeias de animais incultivados,
Sociedade agreste perante a criação,
Alheios ao mundo belo que jaz morto lá fora.
Grito, grito, grito, grito, quero gritar, mas agora só quero chorar.
Olho para trás, só merda,
Olho para a frente, o futuro para vir,
Quero gritar...gritar bem alto,
Mas ninguém me consegue ouvir.
AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Recomeço...

Os dedos que raspo na lixa,
o àspero que me come a pele,
a areia que me corta as artérias,
o sangue que escorre na lixa.
Raspo, raspo, raspo a ponta dos dedos,
o arrepio pela espinha,
os pêlos eriçados pela dor e pelo sentido,
raspo a língua,
lambo a lixa,
arenosa e àspera lixa,
lambo com força a lixa que me corroi a língua.

O sangue escorre na lixa, nos dedos, na boca,
estou incapaz de usar as mãos, de falar, mexer, comunicar,
Mas Penso.
Penso.

Não há lixa que me corrompa o pensamento,
não há lixa que me corrompa os meus ideais.

Só uma lixa o faria...a aguda e àspera lixa da voz alheia que me preenche de dor,
que esmaga a fortuna,
que afoga o poeta.
Agora escrevo no silêncio,
Só ouço a caneta e o pingar do sangue, e a lixa no chão.

Lixem-se os dedos, a língua, o corpo.
Lixem-me todo, mas o meu pensamento Não.

Amigos e Camaradas!

Para Todos aqueles (que devem ser poucos) que anseiam por novos posts, anuncio assim uma nova era. Começo agora a escrever e a dever muito aos Românticos e Modernistas que clarificaram muitas dúvidas...espero que gostem.
Jason James Alves dos Santos

Saturday, December 02, 2006

Vazio entre o Céu e a Terra

Para quê tanta ganância e tanto orgulho,
para quê tanta paixão desmedida e inveja,
para quê tanta alegria de viver,
para quê...porquê?
Tantas estrelas no céu,
tantas pedras no mar,
tantas galáxias no universo,
tanto para tudo desbravar.
Nunca ireis a lado nenhum,
nada nem ninguém de vós se recordará,
para quê tanta merda que dizeis,
para quê tanto espaço para ocupar?
Tanto espaço desperdiçado,
e nós aqui a morrer,
tanta merda que há neste mundo,
e eu para aqui a escrever!
Para quê chegar ao céu,
para quê mergulhar no mar,
nunca mais vos ireis ver,
nunca mais de vós se irão recordar.
Tanta figura na história,
tanta gloria e bem-aventurança,
tanta coisa desconhecida,
merda é o que tendes como herança.
Como herança é isso que tendes,
como pessoas é isso que sois,
como herança é isso que ireis deixar,
miseráveis espectros de um nada que vem depois.

Maravilhoso Mundo

É a imundíce que jaz no chão,
é nojo o sentimento mais profundo,
é a sabedoria do infame que nos move,
é a merda que nós somos!
Revoltado, claro!
Seres de merda que atrapalham o meu caminho,
figuras tristes, miseráveis,
corpos que apoderecem no chão e a rosas cheiram.
Merda para todos e para ninguém,
vidas destruídas mereceis,
cruéis vacas e cabrões que sois,
eternamente na merda vivereis!

Saturday, November 18, 2006

O inverno

Gélido é o leito de morte do humano,
gélida é a noite sem luar,
gélida é a pedra onde jaz o poeta,
gélida é a escura e ondulante água do mar.

O inverno da vida é curto,
onde o aprender já se esquece,
onde cada alma divaga entre os mundos,
onde cada lágrima já se conhece.

Pisadas frias sobre o chão nú,
danças de arrepiar na escuridão,
anseios de um tempo mais confortável,
maior ânsia pelo calor do verão.

O verão vai longe e esquecido,
o seu calor demorará a chegar,
resta-nos viver encolhidos,
enregelados e oprimidos,
nas frias noites de quente luar.

Friday, November 17, 2006

Onde Será?

A paisegem plana,
o horizonte infinito,
o riacho que corre,
o monte de granito.
As pessoas alegres,
o conviver natural,
luzes que guiam o caminho,
para lá do banal.
As horas passam medidas,
os movimentos e a respiração,
tudo contado e sentido,
tudo fruto da emoção.
Asfixia de ar puro,
afogar de água doce,
queimadura de rosto cansado,
o olhar que dos céus se trouxe.
As árvores nos montes que riem,
as nuvens no céu que se agitam,
as gargalhadas eternas das gaiatas,
as almas das gentes desafiam.
Os doces cantares da história,
o doce sabor do pão,
a boleima quentinha em canela,
o calor que enche o coração.

Sunday, October 22, 2006

O Passeio dos Tristes

O desespero das lágrimas,
O abismo da solidão,
Chuva oblíqua no meu rosto,
Correria…confusão.

Burburinho maldito,
Cidade dos infiéis,
Ruas alagadas de imundice,
Fossas procriativas sereis.

Cabeça infame e dolorida,
Angústia do meu ser,
Tiro que ecoa na rua,
Corpo míngua no parecer.

Maldita a hora, a vontade,
Tempo lento e horrível,
Morram infiéis e mouros,
Dilaceração profana e intransponível.

Jogo de palavras…anedotas,
Frases sem sentido e fim,
Cai a chuva no meu rosto triste,
Cai o véu…é o fim.

Sunday, October 01, 2006

Mais uma palavra...sem sentido

Teclas de piano,
pedras de calçada,
as luzes do meu mundo,
acendem-se em par.
Olho pela janela,
os retratos na parede,
fugazes figuras de uma efémera vida.
Movida, sentida, sofrida.
Bandeira de meus avós na parede,
música que toca sem parar,
carros em turbilhão de destroçoes,
aves que voam sem voar.
Vento que uiva em meu redor,
água fria que corre pelo corpo,
sinais ofegantes de luta intensa,
modelo de heróis intemporais.

Friday, June 09, 2006

Há uma Flor no Meu Jardim

A flor que está no meu jardim,
está à espera de ser regada.
A flor que está no meu jardim,
está à espera, plantada...
Também eu espero pela água,
também eu espero pela iluminação,
também eu espero pela recompensa,
também espero pela solidão.
A solidão que se abate,
em cada segundo sombrio,
em cada rochedo aguçado,
em cada onda do mar bravio.
Nada me faz esquecer o abandono,
nada me faz querer viver mais aquém,
só quero adormecer descansado,
acordar curado para o que aí vem...
Tenebrosas são as noites,
rigorosas as tempestades,
a flor do meu jardim espera,
comove-se e não se altera,
pelas águas de liberdade...

Saturday, May 13, 2006

Poetas...

Onde há poeta, há bandido,
onde há verso, há potencial,
onde as palavras se cruzam e os livros se fecham,
há loucura e presença fatal.
O poeta não é mais que um homem,
acometido de raiva e sagacidade,
mora onde vivem os ratos de esgoto,
morre onde acabam os vagabundos da cidade.
Vida infame e destino cruel,
espera aqueles mais ousados,
um dia escreveram vidas e contos,
para por eles serem odiados.
A verdade escondida entre linhas,
é desabafo de alma,
onde mora a loucura,
onde floresce a calma.
É esta a vida de um poeta,
incauto aventureiro da linguagem,
não será no seu corpo, mas sim nos livros,
que percurrerá a eterna viagem...

Monday, May 01, 2006

Trevas e Luz

Em comunhão com as trevas,
a sombra e a luz,
um raio mortal que soa,
uma vida que se produz.
A distância amarga de um ente querido,
uma sombra, um vácuo,
uma vida esquecida,
na penumbra da noite,
no rescaldo do dia,
gemem valentes e odiosas,
emergentes epifanias.
E como um tovão de luz,
como um som celestial,
morre uma criatura divina,
cai da vela o pedestal.
Perecem amargas e inseguras,
perecem ao mal-dizer,
vidas tristes e infames,
résteas de saber.
Um anjo caído faz soar o anúncio,
um anjo caído moribundo divaga,
uma anjo caído na noite tropeça,
um demónio esquecido...nunca se apressa...